22.2.10

Tenho dois filhos ( 17 e 12 anos )com vitiligo. Que me lembre não tenho ninguém na família com vitiligo. Já consultei diversos dermatologistas, inclusivamente a minha filha de 17 anos já fez fototerapia.
Poderá esclarecer-me a que se deve esta doença e se é hereditária?

 

O vitiligo é uma patologia cutânea que, como sabe bem, conduz à despigmentação total de áreas mais ou menos extensas da pele e cuja evolução é totalmente imprevisível.
Trata-se de uma patologia cuja principal preocupação é estética uma vez que, por si só, não tem qualquer risco de evolução "mailgna". 

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23.8.09

Tenho 33 anos e desde cerca dos 22 anos que tenho um queloide, que surgiu de forma espontânea, na zona do peito. Tal tendência para queloides é hereditária. Após uma intervenção cirurgica, indevida, o queloide aumentou muito. Passado alguns anos, fiz infiltrações com corticóides e usei placas de silicone, o que fez "aplanar o queloide. Todavia, ele encontra-se ainda com muito volume.
Gostaria de saber que tipo de soluções existem, se resolvem definitivamente o assunto e quais são os riscos decorrentes.
 
As reacções queloidais do organismo têm, de facto, uma predisposição individual e por vezes genética. Também sabemos que quer no caso de quelóides (salvo raras excepções) é de evitar a remoção das mesmas por via cirúrgica, uma vez que a probabilidade de reformação de uma cicatriz hipertrófica é praticamente sistemática.
Ás alternativas com infiltração de corticóides, e do uso de placas de silicone junta-se uma muito interessante que é a realização de tratamento com laser pulsado de contraste (PDL) ou, em casos mais resistentes, a eventual realização de radioterapia superficial (Rontgenterapia)

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 10:42  ver comentários (37) comentar

30.6.09

A minha mulher tem 30 anos e sofre de vitiligo desde os 7 anos de idade. Gostariamos de ter algumas informações sobre o tratamento.

 

O vitiligo é uma despigmentação cutânea total de determinadas áreas do corpo, tendo como localizações mais habituais as extremidades (sobretudo as mãos), a face e as axilas, embora possa envolver qualquer segmento cutâneo.

A sua evolução é imprevisível mas tende a ser progressiva. Existem várias hipóteses quanto à sua natureza mas nenhuma está comprovada, sabendo-se que existe um infiltrado de linfócitos (glóbulos brancos) na junção entre a derme e a epiderme que inibe o metabolismo dos melanócitos (células que fabricam o pigmento cutâneo) e posteriormente podem conduzir à sua destruição total.

 

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 08:07  ver comentários (3) comentar

Desde o mês de Abril que sinto a pele na zona das bochechas da face mais reactiva, inicialmente com pequenas manchas vermelhas e que depois se alastrou um pouco mais e com prurido. Actualmente a comichão é menor, mas a pele mantém-se vermelha e agora com escamação. O mesmo acontece na zona do sobrolho, mas aqui, por ser uma zona menor, apliquei o Dexaval creme e que aliviou bastante, mas creio que não sarou por completo mas está estacionário.  

 

O mais provável é que se trate de uma dermite seborreica do rosto, que é uma dermatite inflamatória que se deve à proliferação excessiva de algumas leveduras que fazem parte da nossa flora cutânea, mas não deve usar corticóides na face sob pena de poder desencadear um quadro de rosácea cortisónicafacial, pelo que a aconselho a consultar um dermatologista logo que possível.

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 07:36  comentar

28.4.09

Tenho 34 anos, pele muito branca, cabelo castanho claro e olhos azuis. Tenho pele intolerante reactiva / atópica. Já consultei vários dermatologistas, já usei vários cremes hidratantes (Avène, Lipikar Baume, Exomega, ...) e pomadas (Elocom, Advantan, Protopic) mas nunca consigo livrar-me das manchas avermelhadas, descamativas e da imensa comichão. 

 

Os quadros de dermite atópica do adulto (se fôr este o caso...) são habitualmente mais extensos e difíceis de controlar do que na infância/adolescência. Se a sua extensão o justificar pode ser necessário recorrer a medicação sistémica (corticóides, ciclosporina, ...) para induzir a remissão clínica e, então, começar uma terapêutica de aplicação tópica específica e a adopção de hábitos de higiéne diários (roupas, evicção de determinados irritantes, higiéne corporal cuidada e com regras, etc.) para garantir a ausência de lesões ou sintomas a médio-longo prazo.

Aliás, bastantes dos produtos de higiene que cita são relativamente irritantes na pele.

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 18:49  comentar


 
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