O diagnóstico de angioma é feito, regra geral, apenas pela observação clínica uma vez que tem características facilmente reconhecíveis.
De entre os vários tipos de angiomas existem os que têm mais "corpo" e são elevados (os tuberosos e os cavernosos) que podem evoluir durante os 2 primeiros anos de vida e têm tendência a regredir de forma espontânea pelo que, de facto, a vigilância deve ser a regra, a menos que possam pôr em risco alguma função vital pelo seu tamanho (visão, respiração, ...) e nesse caso devem ser tratados precocemente. As lesões vasculares planas (angiomas vinho do porto e manchas de salmão) não têm tendência para a resolução e devem ser tratadas tão precocemente quanto possível, se esteticamente se justificar.
O tratamento é realizado quase sempre com recurso ao laser pulsado de contraste (PDL), algumas vezes à luz intensa pulsada (IPL) e raramente é necessário proceder à infiltração do angioma com corticosteróides ou à sua embolização (casos de grandes dimensões e crescimento rápido).