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Tenho 35 anos, a pele mista e os poros bastante dilatados, devido a ter ter tido acne na adolescencia. Já tenho rugas de expressão e alguma flacidez. Gostaria de saber qual o tratamento mais adequado ao meu caso, principalmente para me resolver o problema dos poros dilatados - Será a radiofrequência tripolar adequada, o restylane ou outro?

A abordagem estética da face deve ser realizada tendo em consideração diversas variáveis, entre as quais a idade, o sexo, aprofissão, o tipo de lesões, a disposição para estar mais ou menos tempo em recuperação, entre outras.

As técnicas que invoca a par de outras como o laser de CO2 fraccionado, os peelings químicos, os materiais de preenchimento, as dermabrasões, a subcisão individual de lesões, as técnicas cirúrgicas, etc., são técnicas das quais dispomos para melhorar a textura, o aspecto e a firmeza da pele num grau o mais fiél possível às expectativas individuais. 

Como é evidente cada caso individual necessita ser correctamente avaliado em consulta e explicados de forma detalhada as vantagens maiores ou menores de cada um destes métodos.

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Ver Anexo

 

Como desenvolvem estudos em dermatologia, por favor informem a todos que me ofereço para ser cobaia em estudo de caso acerca da leucodermia pontuada (sardas brancas). 
Já fiz todos os tratamentos disponíveis, incluindo nitrogênio e microdermoabrasão. Nada melhorou, aliás, o nitrogênio até piorou a aparência das manchas. 
Já tentei até um "método alternativo" onde usei uma pomada de uma planta chamada "mama cadela" encontrada no Mato Grosso.
Tenho 35 anos e minhas pernas parecem de alguém com 80 anos. 
Como já fui a vários consultórios dermatológicos e os métodos atuais não me ajudaram, me coloco à disposição da pesquisa científica.

 

 

A leucodermia gutata ou hipomelanose gutata idiopática resulta da lesão definitiva dos melanocitos (células que fabricam o pigmento) e como tal é irreversível. Todo e qualquer método agresivo que destrua ainda mais essas células (crioterapia, dermabrasões, lasers, etc.) só tendem a agravar o quadro clínico e são, portanto, desaconselháveis. Actualmente não existe qualquer tratamento válido para essa situação.
Uma vez que se pensa que esta patologia pode ser agravada e acelerada pela exposição à radiação ultra-violeta (UV) deve ser evitada a exposição solar da pele e o uso de um protector écran total.

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