31.8.09

Nos últimos anos tem-me aparecido manchas brancas nos membros inferiores, que tem vindo a alastrar de ano para ano, este ano notei  que começaram a aparecer em outras zonas do corpo. Já  usei anti-fúgicos, mas não resultou. Gostaria de saber qual o tratamento que poderei fazer, para evitar o aparecimento de mais manchas, ou mesmos atenuar as já existentes?

 

Se é o que penso tratar-se devem ser umas manchas despigmentadas do tamanho de uma cabeça de alfinete que se desenvolvem com o passar dos anos nas áreas mais expostas ao sol (antebraços e pernas) e são pequenas áreas de despigmentação definitiva por acção nociva do sol, que se designa por hipomelanose gutata idiopática e não têm tratamento.

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 15:56  comentar

29.8.09
Ontem após o almoço apareceu a 1º bolhinha de herpes abaixo do canto inferior direito da minha boca, confesso que já até chorei por causa disso, pois odeio, é a segunda vez que elas aparecem. Gostaria se saber se existe um tratamento rápido e eficaz para esse tipos de herpes?

 

Os herpes virus nomeadamente o herpes simplex, que é aparentemente do que se trata, uma vez que infectam o individuo nunca são definitivamente eliminados do organismo. Ficam em estado de latência nas raizes dorsais dos nervos periféricos e sempre que há uma quebra imunológica (mesmo fraca e transitória de tipo doença febril, exposição solar, ciclo menstrual, ...) podem reactivar-se e voltar a dar lesões cutâneas. Este fenómeno pode ser bastante frequente em determinadas alturas da vida e, se se justificar (em geral com episódios mais frequentes do que 6 por ano) deverá ser feita uma terapêutica inibidora preventiva com toma de um antiviral (aciclovir ou valaciclovir) diariamente. Nos outros casos deverá sempre ser feita esta mesma terapêutica em cada episódio, com início numa fase tão precoce quanto possível, que corresponde à fase de replicação viral e á aplicação tópica de substâncias adstringentes inertes (p. ex. sulfato de zinco, éter).

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 08:13  comentar

23.8.09

Tenho 33 anos e desde cerca dos 22 anos que tenho um queloide, que surgiu de forma espontânea, na zona do peito. Tal tendência para queloides é hereditária. Após uma intervenção cirurgica, indevida, o queloide aumentou muito. Passado alguns anos, fiz infiltrações com corticóides e usei placas de silicone, o que fez "aplanar o queloide. Todavia, ele encontra-se ainda com muito volume.
Gostaria de saber que tipo de soluções existem, se resolvem definitivamente o assunto e quais são os riscos decorrentes.
 
As reacções queloidais do organismo têm, de facto, uma predisposição individual e por vezes genética. Também sabemos que quer no caso de quelóides (salvo raras excepções) é de evitar a remoção das mesmas por via cirúrgica, uma vez que a probabilidade de reformação de uma cicatriz hipertrófica é praticamente sistemática.
Ás alternativas com infiltração de corticóides, e do uso de placas de silicone junta-se uma muito interessante que é a realização de tratamento com laser pulsado de contraste (PDL) ou, em casos mais resistentes, a eventual realização de radioterapia superficial (Rontgenterapia)

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 10:42  ver comentários (37) comentar

Tivemos recentemente de férias na praia e ao meu filho de 14 anos apareceu nas costas, na zona do omoplata uma aureola branca em redor um sinal castanho já existente, e que não sofreu alterações de dimensão nem de forma.
É apenas uma questão de despigmentação causado pelo sol?

 

 

Trata-se muito provavelmente do que é designado por halo-nevo ou nevo de Sutton e trata-se de um processo de despigmentação de um "sinal" pré-existente por reacção das nossas células imunitárias com as células pigmentadas do mesmo. Este processo tende a durar algumas semanas ou meses até completa despigmentação e ulterior desaparecimento do referido "sinal". De qualquer forma é prudente consultar um dermatologista para se assegurar que se trata deste processo benigno.

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 10:03  comentar

18.8.09

No que diz respeito ao uso de protectores solares, agradecia que me informassem se devemos ou não usar um protector solar no rosto, diferente daquele que usamos no corpo? Verifico que determinados protectores referem rosto e corpo e outros não.

 

De facto, por questões de características da pele da face e do corpo, mas também por permissas comerciais, os laboratórios tendem a diferenciar os protectores solares para uso facial e corporal, inclusivamente com indíces de protecção facial tendencialmente superior à corporal.

Outros optam por usar excipientes não oclusivos e galénicas que permitem a aplicação do protector a nível dos dois locais sendo que, de uma forma geral, têm uma maior capacidade.

Penso que ambas as soluções são válidas e, na maioria dos casos, se aplicar um protector corporal na face este é eficaz e sem quaisquer efeitos secundários.

link do postPor dermatologiaedermocosmetologia, às 12:49  comentar

 
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